Publicado em 3 de abril de 2019

A Doença de Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa que mais afeta a qualidade de vida das pessoas no mundo.  Apesar de ser uma doença sem cura, quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores serão as chances de retardar o avanço da doença.

Fique atento aos sintomas iniciais: tremores involuntários,  rigidez corporal, problemas de postura e a lentidão de movimentos. Percebendo os sinais em algum parente querido procure um médico.

 

O Dia Nacional do Parkinsoniano é celebrado anualmente em 4 de abril no Brasil. A data visa alertar a população sobre o Mal de Parkinson que costuma afetar as pessoas acima de 60 anos, comprometendo a sua movimentação muscular. Só no Brasil, estima-se que existam cerca de 200 mil pessoas com a doença.  

 

No Brasil, estima-se que existam cerca de 200 mil pessoas com a doença. O Dia Nacional do Parkinsoniano também ajuda a disseminar informações sobre os  primeiros sintomas e formas de tratamento que ajudam a aumentar a expectativa de vida dos pacientes. Apesar de aparecer em pessoas com idade a partir dos 60 anos, pacientes a partir dos 45, também podem ter a doença, que costuma prevalecer mais em pessoas com 70 a 75 anos.  

 

Dia Mundial do Parkinson

No dia 11 de abril também se comemora o Dia Mundial do Parkinson, como um alerta sobre a doença que afeta mais de 6 milhões de pessoas no mundo (1% da população mundial acima de 65 anos, segundo dados da OMS – Organização Mundial de Saúde). Mundialmente, 10% dos casos atinge pessoas  jovens (antes dos 45 anos) e 10% dos casos possuem origem genética.

 

 

Origem da doença

Ainda não há uma explicação sobre a origem da Doença de Parkinson , mas os médicos acreditam que seja por fatores hereditários e ambientais. A doença neurológica  foi descoberta em 1817, pelo médico inglês James Parkinson. Entre as principais deficiências que causa no organismo, podemos destacar:  tremores, lentidão e dificuldade de movimentos, rigidez nos músculos, além de mudanças na fala e no modo de escrever.

A fadiga costuma afetar muito os  pacientes com Doença de Parkinson (DP), o que leva a cansaço e alterações de humor como depressão e ansiedade. Ao afetar o cérebro,  no começo, os sintomas começam com leves tremores e o balanço de um dos braços ao se locomover.  O mais indicado é fazer sob a supervisão do neurologista, um tratamento psicoterápico e medicamentoso com a prescrição de antidepressivos e outros remédios psicotrópicos.  

Outra forma de melhorar a qualidade de vida dos portadores da doença é a prática de exercícios físicos  que ajuda a aumentar os níveis de dopamina, além de melhorar a função comportamental e cognitiva.

 

Essas foram algumas informações do MedPoint sobre o Mal de Parkinson.

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Lembramos que essas informações possuem caráter educativo e somente um médico poderá diagnosticar doenças e indicar os tratamentos adequados.

 

 

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